terça-feira, 27 de março de 2012

O Nome da Rosa. 1986


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Sinopse: 
Em 1327 William de Baskerville (Sean Connery), um monge franciscano, e Adso von Melk (Christian Slater), um noviço que o acompanha, chegam a um remoto mosteiro no norte da Itália. William de Baskerville pretende participar de um conclave para decidir se a Igreja deve doar parte de suas riquezas, mas a atenção é desviada por vários assassinatos que acontecem no mosteiro. William de Baskerville começa a investigar o caso, que se mostra bastante intrincando, além dos mais religiosos acreditarem que é obra do Demônio. William de Baskerville não partilha desta opinião, mas antes que ele conclua as investigações Bernardo Gui (F. Murray Abraham), o Grão-Inquisidor, chega no local e está pronto para torturar qualquer suspeito de heresia que tenha cometido assassinatos em nome do Diabo. Considerando que ele não gosta de Baskerville, ele é inclinado a colocá-lo no topo da lista dos que são diabolicamente influenciados. Esta batalha, junto com uma guerra ideológica entre franciscanos e dominicanos, é travada enquanto o motivo dos assassinatos é lentamente solucionado.



Cinemateca

domingo, 25 de dezembro de 2011

Dália Negra





Elizabeth Short (Mia Kirshner) era uma jovem bonita, que estava determinada em ser famosa e era conhecida como a "Dália Negra". 
Após seu corpo ser encontrado, torturado e retalhado, em um terreno baldio de Los Angeles, tem início uma busca pelo assassino. Os detetives e ex-boxeadores Lee Blanchard (Aaron Eckhart) e Bucky Bleichert (Josh Hartnett) são encarregados da investigação do caso, mas a obsessão que os dois desenvolvem por ela acaba por arruinar suas vidas.

Título original: (The Black Dahlia)
Lançamento: 2006 (Alemanha, EUA)
Direção: Brian De Palma
Atores: Scarlett Johansson, Aaron Eckhart, Hilary Swank, Mia Kirshner.
Duração: 121 min
Gênero: Ficção
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Dançando no Escuro






Sinopse:
Vencedor da Palma de Ouro no Festival de Cannes, Dançando no Escuro é uma das obras-primas do polêmico cineasta Lars Von Trier (Dogville). Esta edição especial apresenta o filme no formato widescreen anamórfico, com mais de uma hora de extras, incluindo o documentário inédito Os 100 Olhos de Lars Von Trier. 
A cantora Björk está impressionante como Selma, uma imigrante que trabalha numa fábrica no interior dos Estados Unidos. Vítima de uma doença hereditária, ela está perdendo a visão e, para evitar que o filho tenha o mesmo destino, economiza todo o seu dinheiro para operá-lo. Apaixonada pelos musicais de Hollywood, Selma mistura realidade e fantasia. 
Porém, a sua vida muda radicalmente quando é acusada injustamente de um crime. Além da excelente trilha sonora de Björk, Dançando no Escuro tem as participações da grande Catherine Deneuve e do lendário Joel Grey (Cabaré).

FICHA TÉCNICA

Gênero: Drama, Musical
Ano de Lançamento: 2000

Videoteca

sábado, 24 de dezembro de 2011

Até Quando?


"Até Quando?" é um documentário sobre a violência urbana nas favelas e bairros populares de duas capitais do Brasil: Rio de Janeiro e Recife, cidades com altíssimos índices de violência letal.
O filme tem como onjetivo mostrar como é a vida de pessoas que vivem nas periferias dessas capitais. Revela as dificuldades na entrada para o mercado de trabalho. O tráfico é apresentado como uma falta de alternativa para algumas pessoas. Boa parte do documentário é dedicada a um aspecto que não se traduz em números estatísticos: a dor dos parentes e amigos daqueles que foram vitimas da violência urbana. 
Através da mescla de imagens de ações policiais, depoimentos de moradores e de estudiosos da violência a intenção é denunciar, para quem vive fora dessa realidade, as condições de vida à qual a população de baixa renda está sujeita. Para ilustrar os depoimentos são lembrados episódios como a Chacina da Baixada, em 31 de março de 2005, e diversos outros casos. 

Sugestões de uso:
"Até quando?" é um bom filme para ser usado em debates que envolvam o tema da violência urbana, da atuação policial na sociedade e até mesmo da ocupação do espaço urbano. 
Ficha técnica:Data: 2005
Duração: 51 minutos
Realização: Observatório de Favelas do Rio de Janeiro
 
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O Pontal do Paranapanema








O pontal do Paranapanema há muito tempo é um dos principais centros de conflitos pela terra no Brasil. São 100 anos de violência social e ambiental. O documentário mostra que naquela região se situa a última reserva de mata atlântica no interior de São Paulo. Mas a ação dos fazendeiros está destruindo o meio ambiente ao mesmo tempo em que impede a exploração sustentável por parte da pequena agricultura familiar.
São terras públicas tomadas ilegalmente pelos proprietários, que usam e abusam da lentidão e conivência da Justiça para manter seus latifúndios. Para se ter uma idéia, uma das empresas da região, a Destilaria Alcídia, utilizou o agente amarelo para acabar com a mata nativa da região. Trata-se de um desfolhante utilizado na Guerra do Vietnã pelo exército norte-americano. Há depoimentos de dirigentes do MST e da UDR, mostrando o cinismo destes últimos.

Indicação de uso:
Pode ser usado em debates e aulas de cidadania que falem sobre a concentração da propriedade rural e a agressão ambiental e social por parte dos grandes proprietários.

Ficha técnica:
Data: 2005
Direção: Chico Guariba
Duração: 52 min.
Produção: Ecofalante / Cinematográfica Superfilmes

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Vista a Minha Pele

  







 
“Vista a Minha Pele” é uma divertida paródia da realidade brasileira. Serve de material básico para discussão sobre racismo e preconceito em sala-de-aula.
Nesta história invertida, os negros são a classe dominante e os brancos foram escravizados. Os países pobres são Alemanha e Inglaterra, enquanto os países ricos são, por exemplo, África do Sul e Moçambique. Maria é uma menina branca, pobre, que estuda num colégio particular graças à bolsa-de-estudo que tem pelo fatode sua mãe ser faxineira nesta escola. A maioria de seus colegas a hostilizam, por sua cor e por sua condição social, com exceção de sua amiga Luana, filha de um diplomata que, por ter morado em países pobres, possui uma visão mais abrangente da realidade.
Maria quer ser “Miss Festa Junina” da escola, mas isso requer um esforço enorme, que vai desde a superação do padrão de beleza imposto pela mídia, onde só o negro é valorizado, à resistência de seus pais, à aversão dos colegas e à dificuldade em vender os bilhetes para seus conhecidos, em sua maioria muito pobres. Maria tem em Luana uma forte aliada e as duas vão se envolver numa série de aventuras para alcançar seus objetivos. O centro da história não é o concurso, mas a disposição de Maria em enfrentar essa situação. Ao final ela descobre que, quanto mais confia em si mesma, mais capacidade terá de convencer outros de sua chance de vencer.

Indicações de uso:
O vídeo pode ser usado na discussão sobre discriminação no Brasil. É um instrumento atraente, com linguagem ágil e atores conhecidos do público alvo - adolescentes na faixa de 12 a 16 anos. Vem acompanhado de uma apostila de orientação ao professor para sua utilização em sala de aula, elaborada por educadores e psicólogos comprometidos com as questões de gênero e raça.
Ficha técnica:
Duração: 15 minutos
Direção: Joel Zito Araújo
Produção: Casa de Criação

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Cruzando o deserto verde

 












Produzido por iniciativa da Rede Alerta contra o Deserto Verde, o filme mostra as terríveis conseqüências da adoção do cultivo do eucalipto. A equipe de produção viajou por regiões do Espírito Santo e Bahia, entrevistando pessoas de diversos segmentos sociais. A vilã da história é a Aracruz Celulose, maior produtora mundial de celulose branqueada de eucalipto. 
As plantações da empresa atingem os modos de vida de populações negras e indígenas, retirando-lhes o acesso à agricultura de subsistência. Outro desastre são as carvoarias, que utilizam as sobras das árvores do eucalipto como combustível para fornos nos quais trabalham crianças em condições sub-humanas.

Indicação de uso:
Discutir os prejuízos causados pela monocultura, não só ao meio ambiente como para a cultura e sobrevivência das populações das regiões em que esse tipo de cultivo é adotado.
Ficha técnica:
Data: 2002 Duração: 56 minutos Texto e Direção: Ricardo Sá Produção: Alacyr Denaday, Geise Silva, Marcelo Calazans e Daniela Meirelles. Apoio: FASE-ES e FUNDO SAAP
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